{"id":487,"date":"2018-03-05T14:16:24","date_gmt":"2018-03-05T17:16:24","guid":{"rendered":"https:\/\/centrootorrinodf.com.br\/?p=487"},"modified":"2018-03-05T14:16:24","modified_gmt":"2018-03-05T17:16:24","slug":"o-que-e-timpanoplastia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/centrootorrinodf.com.br\/en\/o-que-e-timpanoplastia\/","title":{"rendered":"O que \u00e9 a timpanoplastia?"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"488\" data-permalink=\"https:\/\/centrootorrinodf.com.br\/en\/o-que-e-timpanoplastia\/0426a5_3694250e7a824cbcb05bf15d098377cd\/\" data-orig-file=\"https:\/\/centrootorrinodf.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/0426a5_3694250e7a824cbcb05bf15d098377cd.jpg\" data-orig-size=\"630,420\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"0426a5_3694250e7a824cbcb05bf15d098377cd\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/centrootorrinodf.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/0426a5_3694250e7a824cbcb05bf15d098377cd-300x200.jpg\" data-large-file=\"https:\/\/centrootorrinodf.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/0426a5_3694250e7a824cbcb05bf15d098377cd.jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-488\" src=\"https:\/\/centrootorrinodf.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/0426a5_3694250e7a824cbcb05bf15d098377cd.jpg\" alt=\"\" width=\"630\" height=\"420\" srcset=\"https:\/\/centrootorrinodf.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/0426a5_3694250e7a824cbcb05bf15d098377cd.jpg 630w, https:\/\/centrootorrinodf.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/0426a5_3694250e7a824cbcb05bf15d098377cd-300x200.jpg 300w, https:\/\/centrootorrinodf.com.br\/wp-content\/uploads\/2018\/03\/0426a5_3694250e7a824cbcb05bf15d098377cd-420x280.jpg 420w\" sizes=\"auto, (max-width: 630px) 100vw, 630px\" \/><\/p>\n<h2>O que \u00e9 timpanoplastia?<\/h2>\n<p>A timpanoplastia \u00e9 o procedimento cir\u00fargico para reconstruir amembrana timp\u00e2nica, geralmente quando perfurada por alguma raz\u00e3o, sendo a mais comum delas a\u00a0otite\u00a0m\u00e9dia. Essa reconstru\u00e7\u00e3o \u00e9 feita pela utiliza\u00e7\u00e3o de um\u00a0enxerto\u00a0medial ou lateral \u00e0 membrana do\u00a0t\u00edmpano.<\/p>\n<h2>Quais s\u00e3o as causas e as consequ\u00eancias das perfura\u00e7\u00f5es do\u00a0t\u00edmpano?<\/h2>\n<p>As perfura\u00e7\u00f5es do\u00a0t\u00edmpano\u00a0s\u00e3o mais problem\u00e1ticas quando causam perda auditiva e\/ou\u00a0otorreia\u00a0cr\u00f4nica. A maioria das perfura\u00e7\u00f5es da\u00a0membrana timp\u00e2nica\u00a0surgem como\u00a0sequelas\u00a0da\u00a0otite\u00a0m\u00e9dia, como complica\u00e7\u00f5es da inser\u00e7\u00e3o de objetos na\u00a0orelha\u00a0ou como resultado de traumas de press\u00e3o sobre o ouvido. As perfura\u00e7\u00f5es menores da\u00a0membrana timp\u00e2nica\u00a0podem levar a uma perda auditiva para sons de baixa frequ\u00eancia, enquanto as perfura\u00e7\u00f5es maiores geralmente causam perdas auditivas tamb\u00e9m para sons de alta frequ\u00eancia.<\/p>\n<h2>Quem deve e quem n\u00e3o deve fazer a timpanoplastia?<\/h2>\n<p>Embora muitas perfura\u00e7\u00f5es curem-se espontaneamente, aquelas que persistem, apesar de tratamentos cl\u00ednicos, devem ser consideradas tribut\u00e1rias da timpanoplastia. A cirurgia n\u00e3o deve ser feita naquelas pessoas em que haja uma\u00a0infec\u00e7\u00e3o\u00a0ativa. Os objetivos cir\u00fargicos s\u00e3o, n\u00e3o apenas fechar a perfura\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m melhorar a audi\u00e7\u00e3o do paciente.<\/p>\n<h2>Em que consiste a timpanoplastia?<\/h2>\n<p>Antes da timpanoplastia ser realizada deve ser tratada qualquer\u00a0infec\u00e7\u00e3o\u00a0que esteja presente, uma vez que operar enquanto h\u00e1\u00a0infec\u00e7\u00e3o\u00a0\u00e9 contraindicado. H\u00e1 diversas t\u00e9cnicas para efetivar a cirurgia, dependentes das condi\u00e7\u00f5es cl\u00ednicas do paciente, das prefer\u00eancias do\u00a0cirurgi\u00e3o\/otorrinolaringologista\u00a0e de um vari\u00e1vel n\u00famero de material vi\u00e1vel para tamponar o\u00a0t\u00edmpano. A cirurgia pode ser levada a cabo sob\u00a0anestesia\u00a0local\u00a0ou\u00a0geral, conforme a extens\u00e3o da\u00a0les\u00e3o. O uso do microsc\u00f3pio ajuda a ampliar a\u00a0vis\u00e3o\u00a0das estruturas do ouvido, dando\u00a0ao cirurgi\u00e3o\/otorrinolaringologista\u00a0uma\u00a0vis\u00e3o\u00a0mais detalhada da regi\u00e3o a ser operada.<\/p>\n<p>Antes de tamponar o\u00a0t\u00edmpano\u00a0o\u00a0cirurgi\u00e3o\u00a0verificar\u00e1 se a cadeia de oss\u00edculos do\u00a0ouvido m\u00e9dio\u00a0(martelo, bigorna, estribo) est\u00e1 m\u00f3vel e funcionante e, se positivo, o restante da cirurgia consistir\u00e1 em reparar o defeito dot\u00edmpano\u00a0(miringoplastia). Se for necess\u00e1ria uma reconstru\u00e7\u00e3o dessa cadeia ela dever\u00e1 ser feita antecipadamente e a cirurgia se torna um pouco mais complexa e demorada (timpanoplastia).\u00a0Em seguida, uma por\u00e7\u00e3o de\u00a0tecido \u00e9 retirada da parte posterior da\u00a0orelha\u00a0ou do tragus (pequeno l\u00f3bulo cartilaginoso em forma triangular, em frente \u00e0\u00a0orelha) e depois, devidamente preparada, ela \u00e9 aplicada ao\u00a0t\u00edmpano\u00a0para fechar a perfura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a cirurgia um curativo est\u00e9ril \u00e9 feito externamente no ouvido e o paciente retorna para a sala de recupera\u00e7\u00e3o. Depois de duas ou tr\u00eas horas o paciente pode retornar para casa. Antibi\u00f3ticos podem ser dados preventivamente, bem como\u00a0analg\u00e9sicos\u00a0para prevenir ou aliviar a dor. Ap\u00f3s cerca de dez dias o curativo pode ser removido, mas o paciente j\u00e1 pode voltar \u00e0s suas atividades em cinco ou seis dias, desde que elas n\u00e3o envolvam excessos f\u00edsicos. Molhar o ouvido ou assoar o\u00a0nariz\u00a0devem ser evitados.<\/p>\n<p>Na maioria das vezes este procedimento cir\u00fargico n\u00e3o \u00e9 feito antes de sete anos de idade. Embora haja controv\u00e9rsias sobre a melhor idade para que ele seja realizado, muitos autores acreditam que as crian\u00e7as na pr\u00e9-adolesc\u00eancia teriam maior possibilidade de sucesso cir\u00fargico.<\/p>\n<h2>Quais s\u00e3o os\u00a0efeitos colaterais\u00a0da timpanoplastia?<\/h2>\n<p>Na primeira semana depois da timpanoplastia pode haver desequil\u00edbrio e tonteira, que geralmente cessam depois de uma ou duas semanas. A tonteira \u00e9 menos comum nas opera\u00e7\u00f5es que envolvem apenas o\u00a0t\u00edmpano.<\/p>\n<p>Os\u00a0zumbidos\u00a0no ouvido podem ser consequ\u00eancia da pr\u00f3pria perfura\u00e7\u00e3o do\u00a0t\u00edmpano\u00a0e com o fechamento dele essa sensa\u00e7\u00e3o cessa. Contudo, o\u00a0zumbido\u00a0\u00e9 imprevis\u00edvel e em alguns casos ele piora temporariamente depois da opera\u00e7\u00e3o e \u00e9 raro que seja permanente. N\u00e3o se conhece uma explica\u00e7\u00e3o para isso. A perda de audi\u00e7\u00e3o ap\u00f3s a cirurgia pode se dever a outros fatores que n\u00e3o a timpanoplastia em si. Um pequeno nervo chamado corda timp\u00e2nica corre junto ao ouvido e se dirige \u00e0s\u00a0papilas gustativas\u00a0e se ele for acidentalmente lesado durante a cirurgia, pode ocorrer transitoriamente um gosto met\u00e1lico na\u00a0boca.<\/p>\n<h2>Como evolui a timpanoplastia?<\/h2>\n<p>Em mais de 90% dos casos a timpanoplastia \u00e9 bem sucedida e um teste de audi\u00e7\u00e3o deve ser feito entre quatro e seis semanas depois da opera\u00e7\u00e3o. A maioria dos pacientes experimenta significativa melhora da audi\u00e7\u00e3o ap\u00f3s o enxerto\u00a0e uma perda total da audi\u00e7\u00e3o no ouvido operado \u00e9 rara. A fal\u00eancia da timpanoplastia ocorre por infec\u00e7\u00e3o, pela penetra\u00e7\u00e3o de \u00e1gua dentro do ouvido ou por rejei\u00e7\u00e3o do implante. Ap\u00f3s tr\u00eas ou quatro meses, o ouvido j\u00e1 pode receber \u00e1gua e o paciente pode inclusive voltar a nadar.<\/p>\n<h2>Quais s\u00e3o as complica\u00e7\u00f5es poss\u00edveis da timpanoplastia?<\/h2>\n<p>As principais complica\u00e7\u00f5es da timpanoplastia incluem\u00a0recorr\u00eancia\u00a0da perfura\u00e7\u00e3o, retra\u00e7\u00e3o da\u00a0membrana timp\u00e2nica,\u00a0otorreia,\u00a0colesteatoma, dist\u00farbios do paladar e perda auditiva.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<p class=\"font_9\"><span class=\"color_11\">Fonte: <\/span><a href=\"http:\/\/www.abc.med.br\/p\/exames-e-procedimentos\/745147\/como+e+a+timpanoplastia+e+para+que+ela+serve.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noopener undefined\" data-content=\"http:\/\/www.abc.med.br\/p\/exames-e-procedimentos\/745147\/como+e+a+timpanoplastia+e+para+que+ela+serve.htm\" data-type=\"external\"><span class=\"color_11\">ABC Med<\/span><\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O que \u00e9 timpanoplastia? 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